Descobrir o autoconhecimento e cultivar o amor próprio é um processo único para cada pessoa, repleto de aprendizados e mudanças profundas que têm um valor inestimável para alcançar nossos objetivos e encontrar a paz interior. Para os fundadores de Para o Bem Maior, Rocío Aquino e Ángel Orengo, esse processo foi fundamental e puderam compartilhá-lo com o público do romance ‘A Orquídea: O Código Secreto das Deusas Modernas’, em todo o mundo.
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Na sua perspectiva, o autoconhecimento começa no momento em que paramos para nos questionar sobre quem realmente somos. “Quando começamos a nos questionar sobre nós mesmos, conseguimos nos compreender melhor”, revelou Ángel Orengo, em entrevista.

“O primeiro passo é a consciência, quando você começa a ter consciência de si mesmo, de quem você é, de onde vem, para onde vai e começa a fazer; quase quando você deixa de estar no piloto automático. Porque às vezes quando estamos no piloto automático seguimos regras, seguimos caminhos e não nos fazemos perguntas. E isso para mim tem sido essencial para iniciar o processo de autoconhecimento e amor próprio.”
A abertura a novas formas de pensar é crucial, pois, muitas vezes, não temos consciência das oportunidades que temos para crescer. Segundo Rocío Aquino, esse processo pode começar com conversas mais profundas com nossos entes queridos, em busca de exemplos que nos ajudem a refletir sobre nossa vida e como melhorá-la.

É assim que o especialista oferece uma ferramenta poderosa para assumir o controle do nosso futuro através de um exercício fundamental: visualizar onde queremos estar daqui a três anos. “O mais importante é que, em algum momento, você pare para refletir. Primeiro, leia exemplos que te inspirem e depois comece a dividir seus objetivos em pequenos passos concretos.” Isso, segundo Aquino, nos dá clareza e direcionamento no processo.
Orengo, por sua vez, destacou um ponto fundamental sobre a importância de fazer as perguntas certas para nos conhecermos melhor: “Só você sabe o que precisa. E era a isso que eu me referia, estar sempre no piloto automático. Passamos a vida satisfazendo as necessidades que eles nos dizem que temos. Muitas vezes não sentamos e nos perguntamos: o que eu realmente quero da minha vida?
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Isso, segundo os dois especialistas, nos permite redefinir nosso propósito e nossos objetivos. Ao fazer isso, podemos começar a reprogramar nossa mente, tomando decisões mais conscientes e alinhadas com o que realmente queremos.
Como concentrar sua energia e transformar sua vida
A transformação do pensamento da carência em abundância é outro ponto crucial no processo de autoconhecimento. Segundo os autores, essa mudança envolve focar no que queremos alcançar, e não no que nos falta. Ángel Orengo explica como podemos fazer isso: “Você é como uma usina nuclear, você gera muita energia, mas quando a distribui entre situações não resolvidas, como conflitos com seus pais, ex-companheiros ou dívidas, você perde essa energia.

Finalmente, o ambiente físico também desempenha um papel fundamental na forma como canalizamos a nossa energia. Como explicou Rocío Aquino: “Pense que tudo o que você consome através dos seus sentidos afeta a sua energia. Por exemplo, quando você come junk food, isso diminui a sua energia, enquanto os vegetais saudáveis aumentam-na.
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Criar um ambiente que nos eleve, tanto física como emocionalmente, é uma decisão pessoal e um passo fundamental para reestruturar a nossa mentalidade. O processo de autoconhecimento e amor próprio não é imediato, mas é essencial para atingirmos nossos objetivos. Aprender a canalizar a nossa energia, praticar a gratidão e aceitar a nossa situação atual nos permitirá avançar com determinação em direção ao que realmente queremos na vida.