A comunidade de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, tem 344 casos confirmados de covid-19 e outros 1.400 suspeitos, um aumento significativo nas últimas semanas.
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Pelo menos 34 pessoas morreram com sintomas da doença no local, a segunda maior favela de São Paulo. Os dados são contabilizados pela União de Moradores de Paraisópolis.
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O centro de acolhimento, planejado para isolar quem tem sintomas de covid-19 na região, recebeu 23 pessoas somente neste fim de semana.
Na falta de políticas públicas, Paraisópolis contratou ambulâncias, médicos e enfermeiros. Além disso, foram escolhidos 420 «presidentes de rua», voluntários que são responsáveis por cuidar dos moradores, cada um com cerca de 50 casas.