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Em saidinha da cadeia, jovem suspeito de furto pula no Rio Tietê para escapar da polícia e desaparece

Guilherme Gomes Rocha, 26, sumiu desde o último dia 13 de março; família diz que faz buscas por conta própria

Família diz que autoridades não fizeram buscas pelo rapaz e suspeitam que ele tenha se afogado

A família do jovem Guilherme Gomes Rocha, de 26 anos, está desesperada em busca do paradeiro dele. O rapaz, que estava em saidinha temporária da cadeia, foi visto pela última vez no dia 13 de março, quando pulou no Rio Tietê, em São Paulo, para escapar de uma abordagem policial. Segundo a Polícia Militar, ele foi perseguido após um furto ocorrido no Aeroporto Viracopos, em Campinas, interior paulista.

Conforme a PM, o rapaz fugiu após o furto e passou a ser acompanhado por uma viatura policial. Já na capital paulista, ele pulou no Rio Tietê para tentar despistar os agentes. Porém, sumiu na água e não foi mais visto.

Em entrevista ao portal “Metrópoles”, familiares do rapaz disseram que suspeitam que ele tenha se afogado e denunciam que as autoridades não fizeram esforços para encontrá-lo. São eles mesmos que fazem buscas por conta própria, mas já são 10 dias sem saber o que aconteceu com Guilherme.

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Irmão da vítima, Kenedy Gomes Rocha afirmou que conversou com testemunhas na área do sumiço, que disseram não ter visto nenhuma operação de busca realizada por socorristas. “Deixaram o menino se afogar e não fizeram nada”, lamentou o rapaz.

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A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) rebateu as acusações e disse que tanto a PM quanto o Corpo de Bombeiros realizaram buscas pelo suspeito ao longo do Rio Tietê, mas não o encontraram.

Conforme a pasta, os bombeiros fizeram buscas até o último dia 16, já a PM seguiu com os trabalhos até o dia 17. Apesar dos esforços, o rapaz segue desaparecido.

A secretaria ressaltou que foram seguidos todos “os critérios operacionais propostos para resgates em ambientes aquáticos”, mas as buscas não obtiveram êxito.

O desaparecimento de Guilherme foi registrado na 5ª Delegacia de Desaparecidos do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e segue em investigação.

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